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Presos acusados por ataques a carro-forte, agências bancárias e posto de gasolina no DF, Minas e em Goiás

Escrito por Geovani Carvalho | Publicado: Terça, 11 de Junho de 2019, 20h36 | Última atualização em Quarta, 12 de Junho de 2019, 09h01 | Acessos: 180

A Polícia Militar do Distrito Federal prendeu três homens na tarde de ontem (10) e recuperaram um veículo roubado.

Os suspeitos foram vistos embarcando em dois carros no estacionamento de uma atacadista, as margens da BR 070, por volta das 16h. Um dos motoristas ignorou a ordem de parada dada pelos policiais e fugiu em direção ao Condomínio Privê, em Ceilândia. Os outros foram abordados.
No estacionamento da atacadista, dois homens foram abordados. O carro que estava com a dupla tinha sido roubado pela manhã na Boca da Mata em Taguatinga. O segundo veículo foi visto pelo Grupo Tático Operacional do 10º Batalhão (Gtop 30) no Condomínio Privê.
Foi feito um acompanhamento e o suspeito colidiu com um muro. O veículo começou a pegar fogo e o suspeito correu em direção a um matagal. Ele foi detido pelo Gtop 30 e encaminhado para o HRC antes de ir para a delegacia.
Esse indivíduo que fugiu após o carro bater e pegar fogo é considerado um dos maiores ladrões de banco e carro-forte da região do entorno e Minas Gerais, tendo, inclusive, trocado tiro com policiais militares em Minas e Goiás. Existem relatos de explosão de ataques a agências bancárias em Campo Alegre de Goiás em abril de 2018, em Ipameri (GO) em maio de 2018, um ataque a carro-forte da empresa Prosegur em Cristalina no mês de junho de 2018, roubo a Praça de Pedágio em Paracatu (MG) em setembro de 2018, roubo a posto de gasolina no Paranoá DF em novembro de 2018, roubo a carro-forte em Cristalina em novembro de 2018.

O homem preso ontem possuía contra si três mandados de prisão em seu desfavor. Na prisão de ontem, ele forneceu identidade falsa e só hoje foi possível descobrir sua extensa ficha criminal. Essas informações foram repassadas pela Polícia Militar do Estado de Goiás. O preso deve ser isolado por ser considerado de alta periculosidade.

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